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TRF-3 manda soltar ex-governador do MS André Puccinelli

O desembargador Paulo Fontes, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), concedeu nesta quarta-feira um habeas corpus, em caráter liminar, para soltar o ex-governador de Mato Grosso do Sul André Puccinelli (PMDB) e o filho dele, o advogado André Puccinelli Júnior. Eles foram presos preventivamente na manhã desta terça-feira pela Polícia Federal, na Operação Papiro de Lama, quinta fase da Operação Lama Asfáltica, que investiga escândalos de corrupção no estado.

Com a decisão do TRF-3, o ex-governador e o filho deixaram o Complexo Penitenciário de Campo Grande ainda nesta quarta. Os dois terão que devolver cerca de 22 milhões de reais aos cofres públicos.

Segundo as investigações, André Puccinelli, que comandou o estado entre 2006 e 2014, e o filho chefiaram por quase dez anos um esquema de corrupção responsável por um prejuízo de mais de 235 milhões de reais aos cofres públicos. Além das prisões, a PF cumpriu 26 ordens judiciais, sendo duas de prisão temporária e 24 de busca e apreensão. Os mandados foram cumpridos em quatro cidades.

O nome da operação deflagrada nesta terça-feira, a Papiro de Lama, decorre de uma das formas usadas pela organização criminosa para desviar recursos públicos, que consistia na compra fraudulenta de livros jurídicos, sem justificativa plausível, por uma concessionária de serviços públicos, de acordo com as investigações.

 

Essa teria sido apenas uma das formas de atuação do grupo criminoso. Segundo a PF, a Controladoria-Geral da União (CGU) em MS e a Receita Federal, órgãos que atuam de forma conjunta nas investigações, o grupo criminoso agia de diversas maneiras para desviar recursos públicos, entre elas a fraude em obras públicas, como a construção e reforma de estradas.

Moro marca audiências em ação contra Lula por sítio em Atibaia

O juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato em primeira instância em Curitiba, marcou para a primeira semana de fevereiro de 2018 os primeiros depoimentos de testemunhas no processo que apura se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu propina de empreiteiras por meio de reformas no sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP), frequentado pelo petista e sua família.

No dia 5 de fevereiro, serão ouvidos o ex-gerente da Petrobras Eduardo Musa, o marqueteiro João Santana e a mulher dele, Mônica Moura. Dois dias depois, em 7 de fevereiro, prestarão depoimento os empresários Milton e Salim Schahin, o ex-executivo da Odebrecht Carlos Fadigas e o engenheiro Frederico Barbosa. Todos são testemunhas de acusação, arrolados pelo Ministério Público Federal (MPF). Além de Lula, esta ação tem outros doze réus.

Depois das testemunhas de acusação, serão ouvidas as testemunhas de defesa arroladas pelos acusados e, depois, os próprios réus. Lula relacionou 59 testemunhas para rebater a denúncia do MPF, segundo a qual ele foi beneficiado com 1 milhão de reais em benfeitorias na propriedade no interior paulista, custeadas por OAS, Odebrecht e Schahin.

Conforme a força-tarefa da Lava Jato, o dinheiro foi retirado, no caso da Odebrecht, de propinas de 128 milhões de reais em quatro contratos com a Petrobras; no caso da OAS, o dinheiro teria sido contabilizado em vantagens indevidas de 27 milhões de reais pagas sobre três contratos; já a “contribuição” da Schahin seria referente ao contrato de operação, pela empreiteira, do navio-sonda Vitória 10.000, da Petrobras.

O processo sobre o sítio de Atibaia será o terceiro em que Lula será julgado por Moro. O magistrado condenou o ex-presidente a nove anos e seis meses de prisão na ação penal referente ao tríplex do Guarujá (SP) e já concluiu as oitivas de testemunhas e réus em outro processo, em que o petista é acusado de ter recebido vantagens indevidas da Odebrecht por meio das compras de uma cobertura vizinha à de Lula em São Bernardo do Campo (SP) e de um imóvel que abrigaria o Instituto Lula, em São Paulo.

Moro nega suspender processo

No mesmo despacho em que marcou as audiências das testemunhas do processo sobre o sítio, Sergio Moro negou os argumentos da defesa de Lula que pediam a suspensão da ação penal e foram apresentados como resposta à denúncia do MPF.

O magistrado sustentou que a acusação “é no fundo singela” e que faltou aos advogados do ex-presidente “melhor esclarecimento” sobre a relação entre Lula e as reformas e benfeitorias na propriedade. “Para resolução do caso, não é absolutamente necessário determinar se Luiz Inácio Lula da Silva era o real proprietário do Sítio em Atibaia, bastando esclarecer se ele era ou não o real beneficiário das reformas”, explicou Moro.

O juiz federal ressaltou que o Ministério Público Federal não afirma, na denúncia, que recursos desviados da Petrobras foram “utilizados diretamente” nas reformas na propriedade. “O que a denúncia afirma é que, nesses contratos, havia acertos de propinas, que compunham um caixa geral de propinas do Partido dos Trabalhadores com o Grupo Odebrecht e com o Grupo OAS, sendo que parte delas foi utilizada para as reformas do Sítio em Atibaia”, explicou.

Ao negar a realização de perícias pedidas pela defesa de Lula para apurar se o dinheiro desviado da estatal foi usado nas reformas, Moro reafirmou que “os crimes de corrupção e de lavagem se configurariam, em princípio, quer os recursos tivessem ou não origem direta nos contratos”.

A defesa de Lula

Por meio de nota, o advogado Cristiano Zanin Martins, que defende o ex-presidente Lula, diz que Sergio Moro tem postura contraditória e não deveria ser o responsável pelo processo do sítio de Atibaia.

“A decisão deixa explícita que o juiz Sérgio Moro foi escolhido pela Força Tarefa da Lava Jato para processar a ação sem que haja qualquer vínculo efetivo do caso com supostos desvios em contratos da Petrobras (…) Ocorre que o Supremo Tribunal Federal já decidiu que para definir a competência da 13ª. Vara Federal Criminal de Curitiba é necessária a demonstração clara de vínculos reais com desvios em contratos da Petrobras, o que não se verifica no caso concreto, como admitido pelo próprio juiz”, argumenta Zanin.

 

Sobre as perícias negadas pelo magistrado, o defensor diz que “a garantia da ampla defesa está sendo desprezada”. “Ora, a rastreabilidade de valores é essencial na apuração dos crimes apontados na ação, como já decidido pelo próprio juiz em outras ações. A certeza de que o resultado da perícia será favorável à defesa não pode nortear o indeferimento da prova”, afirma Cristiano Zanin Martins.

Balança tem melhor superávit para outubro da história

A balança comercial brasileira registrou superávit de 5,2 bilhões de dólares (17 bilhões de reais) em outubro, de acordo com os dados divulgados nesta quarta-feira pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic). O resultado é o melhor já registrado para meses de outubro desde o início da série histórica, em 1989.

No último mês, as exportações somaram 18,9 bilhões (61,7 bilhões de reais), alta de 31,1% ante outubro de 2016, e as importações 13,7 bilhões (44,7 bilhões de reais) – aumento de 14,5% no mesmo período.

 

No ano, o superávit comercial soma 58,5 bilhões de dólares (190,9 bilhões de reais), também o maior resultado da série para o período. Na última semana, o governo aumentou a previsão oficial para o superávit do ano, de 60 bilhões de dólares (195,9 bilhões de reais) para 65 bilhões de dólares a 70 bilhões de dólares (212,2 bilhões de reais a 228,5 bilhões de reais).

Receita Federal paga 5º lote de restituição do IR/2017

A Receita Federal paga nesta segunda-feira (16) as consultas ao quinto lote do Imposto de Renda de Pessoas Físicas de 2017. Este lote também inclui restituições residuais de 2008 a 2016.

Ao todo, serão pagos R$ 3 bilhões para 2.420.458 contribuintes. Os depósitos serão feitos em 16 de outubro. Segundo a Receita, R$ 99,28 milhões serão liberados para 2.849 contribuintes idosos ou com deficiência física ou mental, que têm prioridade por lei em receber os valores.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deve fazer a consulta no site da Receita. A consulta também pode ser feita pelo telefone 146.

A Receita também oferece aplicativos para tablets e smartphones, que permitem a consulta às declarações do Imposto de Renda.

O prazo para envio da declaração de IR 2017 terminou às 23h59 de 28 de abril. A Receita informou ter recebido 28.524.560 de declarações.

No fim do ano passado, a Receita Federal informou que 771 mil declarações estavam retidas na malha fina do IR de 2016 devido a inconsistências nas informações prestadas.

Nos últimos anos, a omissão de rendimentos foi o principal motivo para cair na malha fina, seguido por inconsistências na declaração de despesas médicas.

 

Para saber se está na malha fina, os contribuintes podem acessar o "extrato" do Imposto de Renda no site da Receita Federal no chamado e-CAC (Centro Virtual de Atendimento).

fonte:G1

Juiz transforma prisão temporária de Nuzman em preventiva

O juiz da 7ª Vara Federal Criminal Marcelo Bretas, responsável pelos processos da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, acatou o pedido do Ministério Público Federal (MPF) no estado e transformou de temporária para preventiva a prisão do presidente afastado do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e do Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman.

Bretas atendeu ainda ao pedido do MPF de prorrogação da prisão temporária de Leonardo Gryner, ex-diretor do COB e do Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016. Nuzman e Gryner estão presos desde quinta-feira (5), quando foi deflagrada a Operação Unfair Play - Segundo Tempo, um desdobramento da Unfair Play, que revelou a compra de votos para a escolha do Rio como sede olímpica de 2016.

O prazo das prisões temporárias expirava hoje (9), e, com a decisão do juiz Bretas, Nuzman permanecerá detido por tempo indeterminado e Gryner por mais cinco dias.

Na decisão, o juiz Bretas diz que, inicialmente, tinha decidido apenas pelo depoimento de Nuzman com mandados de busca e apreensão. O aprofundamento das investigações, no entanto, identificou mais claramente a participação do dirigente esportivo no suposto esquema criminoso de compra de votos, o que motivou o pedido da prisão temporária na semana passada, além de nova busca e apreensão na residência dele.

O juiz destaca ainda que o objeto da investigação não se restringe à compra dos votos, que “seria apenas mais uma etapa de outra empreitada criminosa, bem maior, levada a efeito pela Organização Criminosa instalada na intimidade da administração do estado do Rio de Janeiro. Como já exaustivamente descrito nas decisões cautelares anteriores, às quais me reporto, a escolha da cidade do Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos de2016 teria criado a oportunidade adequada para a realização de várias obras de grande porte neste Estado”, indicou.

Bretas aponta ainda a evidência, por parte de Nuzman, de comportamento “tendente a promover ocultação criminosa de bens e direitos, sob a falsa aparência de regularidade fiscal”. Segundo o juiz, foram apreendidos e-mails datados de 29 de setembro deste ano, após a deflagração da Operação Unfair Play, em que o dirigente pede o pagamento, pelo COB, do contrato de prestação de serviços advocatícios com o escritório Nélio Machado Advogados, no valor de R$ 5.5 milhões.

Para o juiz, isso mostra que, além de ter influência no Comitê, Nuzman usava a entidade para pagamento de despesas pessoais, uma vez que o advogado o defende. “Ao que parece, Carlos Nuzman estaria utilizando recursos do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) para fazer face a despesas pessoais, já que o advogado Nélio Machado o representa pessoalmente nos processos criminais em curso neste Juízo. O que resta evidente com a proximidade entre o requerimento do pagamento a ser realizado e a deflagração da Operação Unfair Play, além da referida “urgência” para efetivação do pagamento dos honorários ao escritório de advocacia”.

Ainda no despacho, Bretas intima o COB e o Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016 para, no prazo de 24 horas, o conteúdo integral da caixa de email da secretária do Comitê Olímpico, Maria Celeste de Lourdes Campos Pedroso (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.), que teria informações sobre operaçoes realizadas por Nuzman. O juiz pede ainda que os dois comitês esclareçam “as razões que levaram à impossibilidade da extração dos dados na data de 5 de outubro de 2017, no momento do cumprimento do mandado de busca e apreensão”.

Sobre a prorrogação da prisão temporária de Leonardo Gryner, o juiz afirmou que existe ainda grande quantidade de informações contidas em documentos e no aparelho celular do ex-dirigente que estão pendentes de análise.

 

Nuzman pediu afastamento do cargo na sexta-feira (6) passada, o que será analisado em assembleia geral extraordinária na próxima quarta-feira (11), às 14h30, na sede da entidade, na Barra da Tijuca. Na carta encaminhada ao COB, Nuzman afirma que vai provar sua inocência e que não poderia deixar o esporte olímpico brasileiro ser atingido pelos acontecimentos e investigações que o envolvem, segundo ele, "injustamente”.

Aprosoja - Elevação dos custos torna inviável plantar soja em MT

O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), Marcos Rosa, afirmou hoje, durante o 6º Fórum Nacional de Agronegócios do Lide, realizado em Campinas, no interior de São Paulo, que ‘está inviável plantar soja em Mato Grosso neste momento‘.

A dificuldade, segundo o representante, é por causa do aumento dos custos de produção na região que estão acima da média. Segundo Rosa, o aumento do preço dos combustíveis - atrelado às altas nas alíquotas do PIS/Cofins para gasolina, diesel e etanol -, aumento do valor de sementes e a maior necessidade de uso de defensivos elevaram estes custos.

Além disso, Rosa afirmou que a pressão sobre o preço dos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) também tem dificultado a comercialização futura da safra. ‘As últimas safras foram grandes e os preços não reagem‘, disse. Ele, que é produtor na região de Canarana (MT), relatou que ainda não travou preço de nenhuma parcela da produção, sendo que no ano passado, nesta mesma época, ele já tinha vendido cerca de 35% da safra. Segundo Rosa, essa situação é comum entre os demais produtores da sua região.

 

Sobre o clima, Rosa disse que a falta de chuvas também tem atrapalhado os trabalhos de plantio no Estado.

fonte:estadão

Supremo decide que escola pode dar aula de uma religião específica

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira, por 6 votos a 5, que as escolas públicas poderão continuar promovendo o ensino religioso confessional (que professa uma determina religião), desde que a matrícula seja facultativa – o estudante e a família decidem se participam ou não. A presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, foi responsável pelo voto que decidiu pela improcedência de ação apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

O julgamento havia sido suspenso na semana passada quando o placar estava 5 a 3 a favor da manutenção do ensino confessional. Os ministros Marco Aurélio Mello e Celso de Mello empataram o julgamento ao decidirem votar com o relator do caso, o ministro Luís Roberto Barroso. Cármen Lúcia, então, desempatou em desfavor da ação da PGR.

Os ministros Alexandre de Moraes, Luiz Edson Fachin, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski também votaram para manter o ensino confessional. Rosa Weber e Luiz Fux foram os outros ministros que votaram com o relator.

Histórico

A ação foi protocolada em 2010 pela então vice-procuradora Débora Duprat. Segundo o entendimento da PGR, o ensino religioso só poderia ser oferecido se o conteúdo programático da disciplina abordasse a exposição “das doutrinas, práticas, histórias e dimensão social das diferentes religiões”, sem que o professor privilegiasse nenhum credo.

Duprat alegava que o ensino religioso no país apontava para a adoção do “ensino da religião católica”, fato que configuraria uma afronta ao princípio constitucional da laicidade. O ensino religioso está previsto na Lei de Diretrizes e Bases (LDB) da Educação Nacional e no Decreto 7.107/2010, um acordo entre o Brasil e o Vaticano que trata do tema.

 

A LDB foi assinada em fevereiro de 2010, pelo então ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, e afirma que o “ensino religioso, católico e de outras confissões religiosas” constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental. Na avaliação da PGR, a redação evidencia a adoção de um ensino confessional, ou seja, com vinculação a certas religiões. A LDB, por sua vez, prevê que o ensino religioso é de matrícula facultativa, devendo os sistemas de ensino regulamentarem os procedimentos para a definição dos conteúdos.

fonte:veja.com

Horário de verão será mantido em 2017

O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, confirmou nesta segunda-feira (25) que o horário de verão será mantido em 2017. Com a decisão, os moradores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste deverão adiantar os relógios em 1 hora a partir do dia 15 de outubro.

O fim do horário de verão chegou a ser avaliado pelo governo depois que um estudo do Ministério de Minas e Energia apontou queda na efetividade do programa, já que o perfil de consumo de eletricidade não estava mais diretamente ligado ao horário e sim à temperatura, com picos de consumo nas horas mais quentes do dia.

Entretanto, o país passa por mais um ano de chuvas fracas que reduziram o armazenamento de água nas represas das hidrelétricas e o governo vem adotando medidas para garantir a oferta de eletricidade, entre elas o aumento da importação de energia do Uruguai e início da importação da Argentina.

Diante desse quadro, mesmo que pequena a economia de energia proporcionada pelo horário de verão pode ajudar o sistema elétrico nacional.

O Ministério de Minas e Energia informou que, para 2018, o governo deve fazer uma pesquisa para decidir se mantém ou não o horário diferenciado nos próximos anos.

Horário de verão em 2017

Início - 0h de 15 de outubro (relógio são adiantados em 1 hora) 

Fim - 0h de 18 de fevereiro (relógios são atrasados em 1 hora)

Desde 2008, o horário especial vigora até o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte, que em 2018 será no dia 19 de fevereiro, quando os relógios serão atrasados em 1 hora.

No Brasil, o horário de verão foi instituído pela primeira vez no verão de 1931/1932, pelo então Presidente Getúlio Vargas. Sua versão de estreia durou quase seis meses, vigorando de 3 de outubro de 1931 a 31 de março de 1932.

No verão seguinte, a medida foi novamente adotada, mas, depois, começou a ser em períodos não consecutivos. Primeiro, entre 1949 e 1953, depois, de 1963 a 1968, voltando em 1985 até agora.

O período de vigência do horário de verão é variável, mas, em média, dura 120 dias. Em 2008, o horário de verão passou a ter caráter permanente.

 

Anualmente o consumo de energia cai cerca de 0,5% durante a vigência do horário diferenciado.

fonte: G1-MT

Cármen Lúcia diz que áudio é agressão inédita à dignidade do STF

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, disse que o áudio de uma conversa entre o executivo Joesley Batista e o diretor de Relações Institucionais da JBS, Ricardo Saud, é uma agressão inédita à dignidade da Corte. Ela enviou ofícios ao diretor-geral da Polícia Federal (PF), Leandro Daiello Coimbra, e ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pedindo uma investigação urgente para apurar os fatos citados.

Pelo menos quatro ministros do STF – Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Edson Fachin e a presidente, Cármen Lúcia – são mencionados na gravação da conversa entre Joesley e Saud. Há também uma citação a “Marco Aurélio”, mas é possível concluir que não se trata do ministro Marco Aurélio Mello.

As citações, no entanto, não trazem nenhuma informação concreta ou evidência de que os magistrados pudessem estar implicados em alguma irregularidade. Os diálogos são desconexos – começam a falar de alguém, logo depois mudam de assunto – e há muitas partes inaudíveis. 

Há também citações ao Supremo como um todo, na maioria das vezes atrelada a algum comentário sobre o ex-ministro José Eduardo Cardozo (Justiça). Em um deles, eles dizem que a advogada Fernanda (aparentemente Fernanda Tórtima) “surtou” quando foi levantada a possibilidade de arrastar o ex-auxiliar de Dilma Rousseff (PT) para as delações.

 

PGR faz ajustes e devolve delação de Funaro ao STF

O acordo de delação premiada do doleiro Lúcio Bolonha Funaro retornou ao Supremo Tribunal Federal (STF) na tarde desta quinta-feira, após passar por ajustes na Procuradoria-Geral da República (PGR), com quem o investigado firmou o acordo.

Na quarta, um dia depois de receber a delação para análise, o ministro Luiz Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF, devolveu o acordo à PGR apontando a necessidade de alteração em uma das cláusulas da colaboração. Ele contestava um ponto que impedia Funaro de ser processado em casos de improbidade administrativa.

O retorno dos autos está registrado no andamento processual disponível no site do STF. A delação só passa a ser válida após a sua homologação. O processo está no STF porque Funaro acusa políticos que possuem prerrogativa de foro. Sobre o fato de Fachin ter pedido ajustes, a PGR e o gabinete do ministro não comentam o assunto, já que a colaboração é mantida em sigilo.

A interlocutores, Fachin lembrou que esse procedimento já foi adotado pelo seu antecessor na relatoria da Lava Jato, o ministro Teori Zavascki, morto em janeiro. Teori pediu ajustes nos acordos do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado; do senador cassado Delcídio do Amaral; e do ex-deputado Pedro Corrêa. Em todos os casos, a delação foi homologada depois dos acertos.

Após o material voltar ao gabinete de Fachin, o ministro convocará Funaro para confirmar que o acordo foi firmado de forma espontânea. O procedimento é padrão para os casos de colaboração premiada e deve ocorrer antes de sua homologação.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pretende usar as informações prestadas por Funaro na segunda denúncia que prepara contra o presidente Michel Temer (PMDB). Nas contas feitas por investigadores, Fachin deve validar o acordo até o início da semana que vem, possibilitando que a denúncia seja oferecida na sequência.

Reportagem de VEJA, publicada há duas semanas, revelou que Funaro e o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) prometiam ter informações capazes de comprometer Temer, sobretudo em relação à arrecadação de valores para a bancada do PMDB na Câmara. Por esse motivo, travavam um duelo para fechar um acordo de delação e usufruir de seus benefícios. Com as mesmas coisas a dizer, não faria sentido para a PGR que ambos colaborassem.

 Em março, em entrevista a VEJA, Funaro disse ter se encontrado pessoalmente com Temer, mas o presidente alega que não o conhece. No último dia 2, o plenário da Câmara recusou a autorização para que Temer fosse processado a partir de uma primeira denúncia por corrupção passiva apresentada pela PGR. O presidente ainda é alvo de inquéritos por organização criminosa e obstrução à Justiça.

fonte:veja

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