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4º mandato. 15 anos como Alcaide. Pra isso? (Ou, a inutilidade da experiência, ou, só falta um ano e meio!)

Como já escrevi antes aqui, não há um só setor da administração municipal onde não se impera o caos, a desordem e a balburdia administrativa. O Alcaide Pinto consegue a proeza de alternar sua administração entre inoperante, inconsequente e as vezes irresponsável, como foi no caso do cancelamento do desfile cívico das escolas municipais no aniversário da cidade, alegando economia quando contratou

Como já escrevi antes aqui, não há um só setor da administração municipal onde não se impera o caos, a desordem e a balburdia administrativa. O Alcaide Pinto consegue a proeza de alternar sua administração entre inoperante, inconsequente e as vezes irresponsável, como foi no caso do cancelamento do desfile cívico das escolas municipais no aniversário da cidade, alegando economia quando contratou e pagou cachês para mais de 10 bandas musicais se apresentarem em diversos eventos alusivos ao natalício do município. Eleito por sua experiência, colocou seu ex-genro e financiador como Secretário para que este, 6 meses depois de assumir, deixasse a Secretaria de Infra Estrutura para montasse uma empresa para prestar serviços na pasta onde era secretário, tendo conseguido faturar mais de R$ 7 milhões em menos de 2 anos. Um absurdo sob qualquer aspecto, menos para o Ministério Público local. Compreensível, para uma Ministério Público que permite que uma de suas promotoras tenha seu marido nomeado em cargo com status de secretário municipal. Ao sair da Secretaria o ex-Genro manobrou para que assumisse a pasta o vice-Prefeito Eraldo Fortes, um dos políticos mais ávidos por cargos e carreira política na história do município, tendo durante toda sua vida, se dedicado a cargos públicos, ora eletivo, ora nomeado. [caption id="attachment_20075" align="alignright" width="443"] 4º Mandato - 15º ano como Gestor - Experiência para fazer uma administração dessas?[/caption] Hoje o Sr. Pinto é refém de sua própria equipe, que faz o que quer e bem entende sem dar “pelotas” para as decisões do Alcaide. A ponto do próprio ir ao mercado pedir ajuda a empresários e vestais da sociedade para que estes o ajudem na administração, cujo naufrágio se aproxima de forma célere. A intenção é fazer o um ano e meio que lhe resta de mandato com o mínimo de dignidade. Mesmo com os seguidos recordes de arrecadação, nunca a saúde e a educação do município foram tão precários. As consultas e exames são marcados com meses para acontecer. O Centro de Especialidades Odontológicas deixou de agendar as consultas e virou o caos. As Unidade de Saúde nos bairros estão superlotadas. Visite a unidade do Primavera III e constate. Falta médicos nos Postos, remédios na farmácia, estrutura no PAM. UPA que nunca termina além do corte das horas extras do pessoal de atendimento, enquanto promove nomeações na pasta como a esposa do vereador Manoel e a filha do vereador Ademar. Na educação, o cancelamento do sistema apostilado MAXI para as apostilas do Governo causou danos na qualidade de ensino que só o tempo vai revelar a real grandeza do abismo. Estadualizou  três melhores escolas da rede municipal. Não fez as creches que prometeu. Faltam professores, conforme relato da Secretária na Câmara. A canoagem, orgulho do nosso esporte, acabou. A cidade é engolida pelo mato nos terrenos baldios. As duas escolas que prometeu construiu não saiu do papel, os R$ 800 mil de investimentos no Lago Vô Pedro Viana não passou de lorota. Nenhuma casa popular foi construída por iniciativa de sua gestão (todas foram herança da gestão anterior). O recolhimento do lixo, embora caríssimo é precário, as ruas estão esburacadas, obras são iniciadas e depois abandonadas, o sistema de transporte merece críticas diárias, o abandono do esporte em geral é criticado, enfim, para onde quer que se olhe, nesta gestão, impera o caos, a desordem e a balburdia. Para piorar o quadro, temos uma das mais fracas legislatura da história deste município. O vereador que assumiu em Janeiro a Presidência do Legislativo tem se mostrado despreparado para a função, concentrador de decisões políticas equivocadas e aliado do caos, da desordem e da balburdia, sem falar da propaganda político-eleitoral que protagoniza tanto no noticiário oriundo da Câmara, como do abuso de propaganda nas redes sociais. Alguns vereadores tentam imprimir um ritmo de fiscalização, mas a concentração de poderes e estrutura nas mãos de Josafá impede ações mais produtivas do restante de boa parte do parlamento. A fiscalização do executivo não existe (Josafá acha que “fiscaliza” é ir lá visitar as obras), diárias em profusão, cursos em Brasilia e Salvador a rodo e empregos dados pela caneta do Presidente é a rodo. Não existe um projeto de geração de empregos. Não existe um projeto de industrialização. Embora tenha em seu secretariado uma servidora oriunda do Tribunal de Contas do Estado, não é possível o acobertamento de tantas coisas erradas na gestão e breve o atual gestor deverá começar a responder por sua má administração. Seus aliados políticos e seus financiadores de campanha tomaram de assalto a administração e sem compromissos com a população estão jogando por terra o histórico desenvolvimentista da cidade. Era essa a experiência decantada em prosa e verso na campanha? Era para ser assim que os servidores, de olho em suas próprias vantagens e dando as costas para a cidade, se posicionaram de forma tão radical a favor do atual Alcaide? Ely Leal é Jornalista e Radialista - Redator Chefe do Correio da Cidade MT

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