Negociação entre siglas “naufraga” e fusão entre PTB e DEM é descartada
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Representantes do DEM e do PTB anunciaram que desistiram da fusão que estava sendo negociada entre as siglas. A decisão foi tomada, neste sábado (30), durante reunião entre os dirigentes, que alegaram falta de consenso interno em torno da divisão do comando da legenda, que surgiria a partir da fusão.
De acordo com o deputado estadual Dilmar Dal Bosco (DEM), mes
Representantes do DEM e do PTB anunciaram que desistiram da fusão que estava sendo negociada entre as siglas. A decisão foi tomada, neste sábado (30), durante reunião entre os dirigentes, que alegaram falta de consenso interno em torno da divisão do comando da legenda, que surgiria a partir da fusão.
De acordo com o deputado estadual Dilmar Dal Bosco (DEM), mesmo sem a fusão os partidos devem seguir o mesmo caminho, no entanto, questões burocráticas e estratégicas deverão ser redesenhadas, após conversa com o ex-deputado federal Júlio Campos, presidente estadual do DEM.“Ainda não conversei com o deputado Júlio. Não sei qual será o posicionamento dele, então, vamos aguardar para sabermos como iremos proceder quanto às próximas eleições”, justifica.
Nos bastidores da direção nacional, a informação é de que o DEM teria exigido que os atuais integrantes do partido tivessem uma participação maior no diretório nacional da nova sigla.
No entanto, o presidente nacional do DEM, senador José Agripino Maia (RN), veio a público negar que seu partido tivesse exigido mais cadeiras no diretório nacional da futura sigla para formalizar a fusão. “Era meio a meio”. Segundo ele, o principal impasse ocorreu em relação à quantidade de votos necessários para tomar as decisões dentro da executiva da nova sigla. “Os democratas colocaram como condição à definição da governança para certas matérias serem por 3/5 e o PTB não aceita”, disse Agripino.
Para o presidente do PTB, deputado federal Benito Gama (BA), apesar da desistência, não há um mal-estar entre os dirigentes dos dois partidos. “Ficou a experiência. Foi um bom diálogo. Não vai deixar sequelas.”
Gabriele Schimanoski com assessorias
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