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Deputados tentam anular emenda que libera doações de empresas a partidos

Um grupo de 61 deputados, de cinco partidos, liderados pelo PT, vão tentar anular no Supremo Tribunal Federal a votação da Câmara dos Deputados que aprovou a inclusão na Constituição Federal das doações de empresas a partidos políticos. Segundo o site do jornal O Globo, a manobra foi oficializada neste sábado, com pedido de mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) que visa suspender

Um grupo de 61 deputados, de cinco partidos, liderados pelo PT, vão tentar anular no Supremo Tribunal Federal a votação da Câmara dos Deputados que aprovou a inclusão na Constituição Federal das doações de empresas a partidos políticos. Segundo o site do jornal O Globo, a manobra foi oficializada neste sábado, com pedido de mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) que visa suspender a tramitação da emenda constitucional no Congresso Nacional. A ação defende que a votação teria ferido o "devido processo legislativo" ao colocar em votação proposta derrotada pelo plenário no dia anterior, quando se avaliou a doação privada a candidatos. O argumento dos parlamentares, que inclui ainda representantes do PCdoB, PPS, PSB e PSOL, é que a Constituição Federal proíbe que a mesma matéria seja votada duas vezes num mesmo ano. A proposta foi aprovada com apoio de 330 dos 513 deputados - era preciso no mínimo 308 votos. Para valer, no entanto, ainda terá que ser votada mais uma vez na Câmara, após o intervalo de cinco sessões, e duas vezes no Senado. Defensores da medida aprovada afirmam que a matéria rejeitada na terça-feira era diferente da que passou na quarta. "Não se trata da mesma coisa. A emenda apreciada na segunda votação era menos abrangente que a primeira. Mas se o STF decidir por anular a votação, vamos aceitar", disse o deputado Celso Russomano (PRB-SP), autor da emenda aprovada. A diferença é que a proposta rejeitada tentava regularizar as doações a candidatos e partidos. Já a que foi aprovada excluiu o repasse direto a cada político, mas permitiu o feito às siglas.

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