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Perola Negra promove descobertas, muda conceitos e quebra barreiras culturais

Com essa avaliação o projeto apresentou resultados positivos

Lidar com as diferenças. Esse talvez seja o ponto alto do projeto Perola Negra, desenvolvido na Escola Municipal Mauro Weis pela professoras kelcia Patrícia Batemarque e Josileide Medeiro, que possibilitou aos alunos ampliar seus conhecimentos e muitos, segundo o olhar das educadoras, "viram que sucesso e descobertas não são méritos apenas de parte de uma sociedade, mas que todos podem alcançá-los, indiferente da cor da sua pele, do seu cabelo, enfim da sua raça, sem se sentirem diminuídos ou constrangidos pelas diferenças.

Segundo as professoras a proposta desse trabalho foi alcançada, pois várias barreiras foram quebradas entre os alunos, desde o trabalho em equipe até interação entre os colegas - nosso objetivo é formar cidadãos para o futuro, pessoas que tenham um olhar diferenciado que não façam uma análise do outro pela cor de sua pele, ou pelo o que ele está vestindo, pois isso é apenas um detalhe, eles, no futuro, serão médicos, professores, vendedores, gerente, vereadores e precisarão saber lidar com as diferenças.

Esse projeto permitiu viajar num mundo novo, de grandes descobertas, onde os afro-brasileiros têm destaque na literatura, como Carolina Maria de Jesus, Lázaro Ramos e muitos outros; na música, apenas para exemplificar, Gilberto Gil e Djavan brilham. Em todas as áreas o negro tem se destacado - na medicina, na política, como por exemplo, na presidência de um país do continente africano – África do Sul - que não se resume apenas na miséria tão divulgada, mas que tem outro lado maravilhoso, riquíssimo em cultura e diversidade.

Orgulhosas dos resultados as professoras enfatizam - cremos que nossos alunos terminam esse projeto com outra visão sobre a história e cultura africana, isso me emociona quando um aluno nos olha e pergunta admirado, sobre a escritora Maria Carolina Jesus, uma mulher negra, mãe  e  favelada conseguiu vender tantos livros, nacional e internacionalmente, é considerada uma das primeiras e mais importantes escritoras negras do Brasil e quase  não se fala nela. "Isso é muito importante saber que através da partilha de conhecimento e da troca de experiência entre os alunos várias sementes foram plantadas e a sociedade futura colhera os frutos.

         O Projeto Pérola Negra teve início na escola municipal Nossa Senhora Aparecida, foi elaborado pelas professoras Kelcia Patrícia Batemarque e Eliane Alves. Com a estadualização (ela é compartilhada) da mesma a professora kelcia foi transferida para a Mauro Weis e lá colocou o projeto em pratica com a professora Josileide Medeiro, que abraçou o projeto de maneira intensa e o resultado foi transformador.  O projeto teve o apoio e colaboração do professor João França, que é também artista plástico e, com os alunos, pintou a tela da Tereza de Benguela; das professoras Elisangela Borges e Luciana Araújo, da Diretora Elaine Scopel e da equipe da coordenação Jackelliney Castellano e Marcelo de Souza.--

Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Primavera do Leste

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