Banner Superior
Geral

Geral (273)

Datafolha aponta Bolsonaro com 26% e Haddad e Ciro empatados

Nova pesquisa do instituto Datafolha mostra o candidato Jair Bolsonaro (PSL) com 26% das intenções de voto na disputa presidencial. Fernando Haddad (PT) atingiu 13% e está empatado com Ciro Gomes, que tem o mesmo percentual. Geraldo Alckmin (PSDB) obteve 9% dos votos e Marina Silva (Rede) é a candidata de 8% dos entrevistados.

Alvaro Dias (Podemos), Henrique Meirelles (MDB), João Amoêdo (Novo) marcam cada um 3% das intenções de voto. Também estão empatados Cabo Daciolo (Patriota), Guilherme Boulos (PSOL) e Vera Lúcia (PSTU), com 1%. João Goulart Filho (PPL) e Eymael (DC) não pontuaram.

Treze por cento dos entrevistados declaram votar em branco ou nulo; e 6% não sabem ou não responderam.

O levantamento foi feito ontem (13) e nesta sexta (14) junto a 2.820 eleitores em 187 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi contratada pelo jornal Folha de São Paulo e pela Rede Globo.

Comparação

Na comparação com a pesquisa realizada na última segunda (10), Jair Bolsonaro oscilou dois pontos percentuais, Fernando Haddad cresceu quatro pontos percentuais e Ciro Gomes manteve-se estável. O ex-governador paulista Geraldo Alckmin perdeu um ponto percentual e a ex-senadora Marina Silva desceu três pontos.

Não oscilaram os percentuais de intenção de voto os candidatos Alvaro Dias, Henrique Meirelles, João Amoêdo, Cabo Daciolo, Guilherme Boulos, Vera Lúcia, João Goulart Filho e Eymael.

A proporção que declara votar nulo ou em branco reduziu em dois pontos percentuais e o número de indecisos e não respondentes oscilou em um ponto.

fonte: Agência Brasil

TSE suspende inserções do PT na TV que usam imagem de Lula

O ministro Sergio Banhos, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ordenou a suspensão de propagandas do PT na televisão, que, no entendimento do magistrado, confundem o eleitor ao não explicar que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não é o candidato do partido.

Ele atendeu a pedido de liminar feito pelo Partido Novo, e estipulou multa de R$ 500 mil em caso de descumprimento.

A propaganda questionada foi do tipo inserção, peça de 30 segundos veiculada durante a programação das emissoras de TV. Nela, Lula aparece durante os primeiros dez segundos exaltando seu governo. Em seguida, o vice da chapa, Fernando Haddad, surge e diz que quer “trazer o Brasil de Lula de volta”.

Banhos aceitou os argumentos do Novo de que a propaganda possui a “clara intenção” de “confundir o eleitor” ao fazê-lo crer que Lula continua na disputa ao Palácio do Planalto, afrontando decisão do TSE, que, na madrugada do último dia 1º, proibiu o ex-presidente de participar de qualquer ato de campanha na condição de candidato.

Argumentação

“Ao tempo em que a propaganda inicia-se com uma fala de Luiz Inácio Lula da Silva fazendo menção aos seus anos de governo, prossegue com a de Fernando Haddad não explicitando a sua condição de vice, nem sequer na legenda, mas, noutro passo, enaltecendo o governo Lula, prometendo trazer aos cidadãos o “Brasil de Lula de Volta”, sem esclarecer, como deveria, que Luiz Inácio Lula da Silva, por decisão do TSE, não pode ser candidato à Presidência da República”, escreveu o ministro.

Trata-se da terceira decisão do TSE suspendendo propagandas do PT que usam a imagem de Lula. As anteriores foram proferidas pelos ministros Luís Felipe Salomão, em relação ao horário eleitoral no rádio, e Carlos Horbach, que decidiu sobre o horário na TV. Ambos também estipularam multa de R$ 500 mil em caso de descumprimento.

As propagandas do PT que foram suspensas foram ao ar nos dias 1º e 2 de setembro. Em sua defesa, o partido alega ter recebido um tempo “exíguo” desde a rejeição da candidatura de Lula até o início da propaganda de rádio e TV para adequar suas peças, que já estavam produzidas.

Após nove presidentes, rodovia Cuiabá-Santarém segue sem asfalto

O governo de Michel Temer vai terminar sem a conclusão de uma das mais importantes obras de infraestrutura do País: o asfaltamento da BR-163, conhecida como Cuiabá-Santarém. Essa rodovia, que conecta o centro produtor de grãos aos portos da região Norte, ficou conhecida em todo o País em fevereiro de 2017, quando as chuvas provocaram atoleiros e filas de caminhões carregados de soja. A obra não será concluída até dezembro, segundo admitiu ao "Estado" o ministro dos Transportes, Valter Casimiro.

Com isso, Temer será o nono presidente da República a deixar o Planalto sem concluí-la. A lista não conta o ex-presidente Emílio Garrastazu Médici, que inaugurou a rodovia em 1973, e Tancredo Neves (1985), que não chegou a assumir o cargo. Desde então, a falta de dinheiro, os problemas com contratos e as condições climáticas ruins já superaram a óbvia necessidade de conclusão da obra nos governos de Ernesto Geisel (1974-1979), João Figueiredo (1979-1985), José Sarney (1985-1990), Fernando Collor (1990-1992), Itamar Franco (1992-1995), Fernando Henrique Cardoso (1995-2003), Lula (2003-2011) e Dilma Rousseff (2011-2016).

Segundo um cálculo feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em 2013, a conclusão do asfaltamento da BR-163 permitiria uma economia de R$ 1,4 bilhão por ano em custos de transporte. O estudo aponta que a rodovia inverteria a rota de escoamento das exportações de grão dos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR) para os da região Norte. "Tudo o que foi asfaltado até agora já está sofrendo deterioração", diz o secretário-executivo do Conselho de Infraestrutura da CNI, Wagner Cardoso.

Além do intenso tráfego de caminhões pesados, o trecho da rodovia mais importante para o escoamento do agronegócio está em uma região de muita chuva. Ele defende que o governo faça um contrato de longo prazo para a manutenção da via.

Depois de mais de 40 anos desde sua inauguração, a BR-163 ainda tem perto de 100 km de terra. "O trecho que deu problema no ano passado será entregue este ano", informou Casimiro. "O trecho que está com o Exército, não."

São perto de 60 km de estrada, na região de Moraes de Almeida (PA), cujas obras foram assumidas pela Força Nacional depois que a empreiteira contratada para o serviço saiu. Essa foi a solução mais ágil para o problema, explicou o ministro. A expectativa é que o asfaltamento desse trecho fique pronto em 2019.

Orçamento

"Não falo como ministro, mas como técnico do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes): ficarei muito orgulhoso quando vir a 163 e a 319 pavimentadas", disse Casimiro. A BR 319 liga Manaus a Porto Velho e ainda tem trechos de terra.

O governo encaminha ao Congresso, na próxima semana, a proposta de Orçamento para 2019. O valor prometido não é suficiente para fazer a manutenção de toda a malha rodoviária. O Dnit terá R$ 6,8 bilhões, mas precisaria de R$ 10 bilhões para manter a totalidade das rodovias federais em bom estado e fazer investimentos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Venezuela pede ao Brasil para proteger seus cidadãos após ataque

A Venezuela pediu ao governo brasileiro que proteja seus cidadãos, após um ataque que destruiu abrigos de imigrantes venezuelanos no sábado (18), na cidade de Pacaraima, em Roraima.

Por conta desse episódio, deflagrado pela suposta agressão a um comerciante brasileiro, a Chancelaria venezuelana se comunicou com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), segundo nota divulgada pelo governo de Caracas.

No contato, o Ministério venezuelano solicitou às autoridades brasileiras as "garantias correspondentes aos nacionais venezuelanos e que tome as medidas de proteção e segurança de suas famílias e bens".

Cerca de 1,2 mil venezuelanos deixaram o Brasil após os ataques de brasileiros, segundo o Exército.

A Chancelaria também manifestou sua "preocupação com as informações que confirmam ataques a imigrantes venezuelanos, assim como desalojamentos em massa", atos que "violentam normas do Direito Internacional".

O tumulto começou pela manhã, depois que um comerciante foi ferido e seus familiares responsabilizaram os venezuelanos. No último ano, esses migrantes intensificaram sua presença na cidade diante da grave crise de seu país.

Em retaliação, dezenas de brasileiros atacaram os dois principais acampamentos improvisados dos imigrantes e queimaram seus pertences. Três brasileiros ficaram feridos.

O governo do presidente Nicolás Maduro disse ter ordenado que os funcionários de seu consulado em Boa Vista sigam para Pacaraima para analisar a situação e "velar pela integridade" dos venezuelanos nessa região.

Além disso, denunciou que esses episódios são estimulados por uma "perigosa matriz de opinião xenófoba, multiplicada por governos e pela imprensa a serviço do imperialismo".

fonte: G1

Gasômetro da Usiminas em Ipatinga explode e área é evacuada

A Usiminas confirmou no início da tarde desta sexta-feira, 10, por meio de nota de sua assessoria de comunicação, que registrou uma explosão em um gasômetro da Usina de Ipatinga, na região leste do Estado de Minas Gerais. Segundo o Corpo de Bombeiros, 25 feridos, em princípio sem gravidade, foram encaminhados a hospitais.

De acordo com a empresa, até as 14 horas não havia registro de mortos, mas toda a área de risco da usina foi evacuada. A equipe de brigadistas da empresa está atuando no local e, segundo a assessoria, a canalização de gás já foi bloqueada e não há vazamento.

O comandante do 11.º Batalhão do Corpo de Bombeiros em Ipatinga, major Nunes, afirmou que não houve mortos por causa da explosão e que os feridos foram encaminhados ao hospital da cidade pelos próprios brigadistas da Usiminas. No momento, segundo o major, os bombeiros estão no interior da unidade.

Parte do centro da cidade também foi evacuada, de acordo com informações dos bombeiros. Representantes do Sindicato dos Metalúrgicos de Ipatinga estavam no início da tarde desta sexta na portaria da planta em busca de informações sobre a explosão.

Danos. A Câmara Municipal de Ipatinga emitiu uma nota em que informa que a explosão foi "sentida fortemente por todos que estavam no prédio". A Câmara informou, ainda, que a estrutura sofreu danos: vidros foram quebrados e parte do forro se desprendeu em algumas salas. Os servidores foram liberados na tarde desta sexta.

Rafael Machado, de 29 anos, funcionário de uma sorveteria que fica próxima do gasômetro da Usiminas que explodiu diz que ouviu um barulho forte no momento da explosão. "Escutei o barulho e já liguei os fatos de que poderia ser um acidente. Foi um barulho muito alto, a loja aqui tremeu."

Segundo ele, a sorveteria recebia, na hora da explosão, funcionários da Usiminas que estavam em horário de almoço. "Eles vieram tomar sorvete e ficaram todos assustados", disse. Do estabelecimento, era possível ver a fumaça na região do gasômetro.

Funcionário da Usiminas, Maurício Ribeiro, de 36 anos, conta que estava em horário de almoço, por volta de 11h40, quando ouviu a explosão do gasômetro. "Rapidamente já passou o pessoal (outros funcionários da empresa) pedindo para todo mundo sair pela portaria do Bom Retiro (bairro da cidade). Não deu tempo de pegar nada, nem documento." Segundo ele, não houve correria. As equipes que começariam o trabalho às 15 horas foram dispensadas.

O comerciante Fernando Viana, de 41 anos, estava em um shopping da região no momento do acidente e disse que foi possível ouvir o barulho. “Deu para ouvir a explosão e, em volta, tudo balançou bastante. Não deu para perceber de onde vinha.”

Viana disse que rapidamente começaram os comentários nas redes sociais e que, inicialmente, as pessoas se preocuparam com as consequências da explosão. Já na sorveteria onde trabalha, algumas horas após o acidente, o comerciante disse que o clima estava mais tranquilo.

“Lá é um balão de gás e a gente não sabe que tipo de gás tem lá dentro, se podia vazar. Mas a gente recebeu um áudio do comandante do batalhão falando que não tem risco.”

O secretário Augusto Cézar Maciel, de 19 anos, estava em casa e conta que ainda conseguia sentir o cheiro que saía do local durante a tarde. “Foi um barulho muito forte e deu para ver (onde tinha ocorrido a explosão). O gás não é tóxico, mas está dando para sentir até agora. É quase como enxofre.”

Avião com 103 pessoas cai no México; todos sobrevivem

Um avião da companhia Aeroméxico caiu cinco minutos após decolar da cidade de Durango, na região central do México. Segundo informou o governador do estado, José Ramón Aispuro pelo Twitter, não há mortes.

De acordo com o governo mexicano, a aeronave levava 99 passageiros – entre eles dois menores – e quatro membros da tripulação. As primeiras informações, contudo, davam conta de que eram apenas 97 passageiros.

Até o momento “temos informação de 85 pessoas machucadas”, disse Alejandro Cardoza, porta-voz da Defesa Civil de Durango, à TV Milenio.

“Um incêndio começou após o pouso forçado realizado pelos pilotos, mas ao que parece não há pessoas com queimaduras”, declarou Cardoza, acrescentando que a maioria apresenta ferimentos “muito leves, nada além de contusões, mas alguns têm lesões consideráveis”.

O avião da Aeroméxico AM2431 decolou do Aeroporto Internacional Guadalupe Victoria, em Durango, às 15h09 (17h09, horário de Brasília) para a Cidade do México, onde deveria aterrizar às 16h50 (18h50, horário de Brasília). A aeronave é um Embraer E190, da empresa Aeroméxico Connect.

Com base em relatos de pessoal de segurança do aeroporto, o jornal El Financiero informou que o avião se chocou com um objeto logo depois de decolar, que o levou à queda.

Até o momento se desconhecem as causas do acidente. Antes da saída aeronave, chovia nos arredores do aeroporto.

Equipes de serviços de emergência estão prestando atendimento aos feridos no local do acidente, próximo ao aeroporto. Alguns portais de notícias mexicanos relataram que houve passageiros que conseguiram sair sozinhos da aeronave.

Por meio do Twitter, o presidente do México, Enrique Peña Nieto, determinou que três áreas de seu governo – a Secretaria de Defesa Nacional, a Coordenação Nacional de Proteção Civil e a Secretaria de Comunicações e Transportes – tratem do acidente em Durango.

Rabello oficializa candidatura pelo PSC

O ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) Paulo Rabello de Castro oficializou na sexta (20), sua candidatura à Presidência da República pelo PSC. Com menos de 1% das intenções de voto nas últimas pesquisas eleitorais, Rabello de Castro afirmou que seu plano de metas, inspirado em Juscelino Kubitschek, apresentará ao brasileiros os meios e soluções para tirar o País da atual crise política e econômica.

O presidenciável também prometeu realizar uma distribuição de renda para que todos os cidadãos possam usufruir das riquezas do Brasil e criar um lastro da Previdência Social.

"Digo que este capitalismo que é mais que selvagem, é um capitalismo espúrio, um capitalismo de corporações, de juros altos. Isso vai acabar. Porque o capitalismo que não é bom para todos os brasileiros não merece ser o capitalismo do Brasil", disse.

De acordo com Rabello de Castro, sua candidatura também terá como objetivo aumentar a bancada do PSC no Congresso, com a expectativa de eleger cerca de 35 parlamentares. "Se sei lidar com o Congresso, digo que ele é lindo. Teremos 35 representantes do PSC, número mais do que suficiente para dar exemplo nas votações que precisamos", afirmou.

O evento foi aberto pelo presidente do PSC, Pastor Everaldo, que foi candidato à Presidência pelo partido em 2014. "O País precisa sair da crise e a pessoa qualificada para levar as melhores propostas para o Brasil, a partir de hoje, quem vai verbalizar isso para a população brasileira será um dos homens mais qualificados para fazer a virada que o País precisa", afirmou ao apresentar Castro.

Paulo Rabello de Castro foi presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de junho de 2017 a março de 2018, quando deixou o cargo por causa do calendário eleitoral. Antes, presidiu o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), onde atuou entre julho de 2016 e junho de 2017.

No sábado, dia 21, ele vai participou do lançamento das candidaturas do ex-juiz federal Wilson Witzel ao governo do Estado do Rio de Janeiro e de Pastor Everaldo ao Senado. No evento, também será apresentada a lista dos candidatos a deputado estadual e federal da legenda.

fonte: estadão conteúdo

Demora na entrega de fertilizantes pode atrasar plantio da nova safra de soja em MT

A cerca de 60 dias do início da nova safra de soja, produtores rurais em Mato Grosso temem atraso na plantação por causa da demora na entrega de fertilizantes utilizados para preparar o solo, reflexo da demora no tabelamento de preços do frete.

Dono de uma fazenda Sinop, a 503 km de Cuiabá, o produtor Gilberto Baldissera explicou que 40% dos 1,5 mil hectares precisam ser colhidos, mas que, até o momento, recebeu apenas duas cargas de fertilizantes, sendo uma de adubo e outra de fósforo.

"Nós encomendamos cerca de uma tonelada de adubos e ainda não chegaram. O prazo para início no plantio já está chegando", disse.

O produtor rural explicou que também espera a chegada de 900 toneladas de calcário, que é o primeiro insumo aplicado no solo.

"Já era para estarmos incorporando o solo, porque ele precisa estar pronto cerca de 50 dias antes do plantio", afirmou.

Tabela de frete

Conforme os produtores, a demora no tabelamento dos fretes – que tem dificultado o escoamento dos grãos que já foram colhidos – também impactam no plantio, uma vez que, normalmente, os caminhões que levam as cargas até os portos retornam para as fazendas com os fertilizantes.

Segundo o Conselho Estadual das Associações das Revendas de Produtos Agropecuários de Mato Grosso (Cearpa), o travamento na tabela de preços do frete prejudica todo o setor agropecuário.

Os revendedores de fertilizantes, por exemplo, estão preocupados com a falta de material para repassar aos clientes. Em uma empresa de Sorriso, a 420 km de Cuiabá, a quantidade de insumo recebidos é 30% menor, comparado com o mesmo período de 2017.

Segundo o gerente comercial Igor Ferreira, a empresa comercializa cerca de 90 mil toneladas de fertilizantes. "Pela nossa programação, esses fertilizantes já deveriam estar 100% dentro dos nossos estoques", contou.

fonte: G1-MT

Fachin submete recurso de Lula ao pleno do STF

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta segunda-feira, 25, submeter ao plenário da Corte um recurso da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que o pedido de liberdade do petista seja analisado pelo tribunal. Lula está preso em Curitiba desde 7 de abril.

A defesa de Lula pediu a Fachin "imediata reconsideração" da decisão do próprio ministro para que o pedido de liberdade do ex-presidente seja analisado pela Segunda Turma nesta terça-feira, 26. Na sexta-feira, 22, Fachin decidiu arquivar o pedido, após o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) negar um recurso de Lula ao STF contra os efeitos da condenação.

Caso o ministro não reconsiderasse a decisão anterior, os advogados do ex-presidente pediram que o novo recurso apresentado pela defesa nesta segunda-feira fosse submetido à Segunda Turma do STF. Fachin atendeu apenas essa segunda solicitação, mas decidiu submeter o recurso de Lula à apreciação do plenário do Supremo.

"Diante do exposto, mantenho a decisão agravada e submeto o julgamento do presente agravo regimental à deliberação do plenário, sem prejuízo de propiciar prévia manifestação da Procuradoria-Geral da República, observando-se, para tanto, o prazo regimental", decidiu Fachin.

Agora caberá à presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, definir a data do julgamento. Integrantes do STF cogitam a possibilidade de Lula ir para a prisão domiciliar, mas sem alterar os efeitos de sua condenação, como a inelegibilidade.

Fachin havia entendido que o pedido de Lula estava prejudicado porque o TRF-4 negou, também na sexta-feira, a possibilidade de Lula recorrer ao Supremo contra a condenação no caso do triplex no Guarujá (SP), processo pelo qual cumpre pena de 12 anos e um mês por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

De acordo com a petição apresentada nesta segunda-feira ao Supremo, o fato de defesa ter recorrido contra a decisão do TRF-4 se configura como fato novo e, por isso, Fachin deve reconsiderar a situação.

"No entanto, a negativa de seguimento pela Corte Regional já foi devidamente impugnada em agravo interposto nesta data. Conforme diversos precedentes desta Suprema Corte, é possível a atribuição de efeito suspensivo a recurso extraordinário nessa situação, pois o exame final da sua admissibilidade caberá também ao Supremo Tribunal, como adiante demonstrado", dizem os advogados.

Recursos. A defesa do ex-presidente havia ajuizado os recursos especial e extraordinário no TRF-4 em 23 de abril. Cabe ao tribunal uma análise prévia dos pedidos, para decidir se eles "subiriam" ou não para julgamento nos tribunais superiores. Diferente do recurso ao STF, o pedido ao STJ foi admitido.

Enquanto ainda esperava a decisão do TRF-4, a defesa do ex-presidente entrou com petições nos tribunais superiores, para que eles suspendessem os efeitos da condenação de Lula até que os recursos pudessem efetivamente ser julgados pelas cortes.

Vazio Sanitário vai até 15 de Setembro

Teve início em Mato Grosso o vazio sanitário da soja, período de 90 dias em que plantas vivas não podem ficar nas áreas de cultivo. A medida visa evitar a ferrugem asiática, que já causou grandes prejuízos no passado, e deve durar até o dia 15 de setembro.

Em Santa Carmem, a 493 km de Cuiabá, o produtor Ilson Redivo amargou prejuízos na safra de 2004/2005 com a ferrugem asiática, uma vez que não era habitual o uso de fungicidas para o controle na fazenda dele, que tem área total de 1.570 hectares.

No entanto, ele contou que o problema não se repetiu na fazenda após a intensificação dos cuidados. Além disso, o período de vazio sanitário, instituído em 2006, reforçou a necessidade de eliminar qualquer planta viva de soja na entressafra, o que diminui a presença do fungo causador da doença.

O vazio sanitário vai até o dia 15 de setembro. em caso de descumprimento, os produtores podem ser penalizados pelo Instituto de Defesa Agropecuária (Indea), segundo o engenheiro agrônomo da instituição, Luiz Fernando Fritsch.

"É feita uma multa pela situação de encontrar soja guaxa durante o período do vazio sanitário, que é de 30 UPF, acrescido a esse valor mais dois UPFs por hectare de soja guaxa encontrado", disse.

Em Mato Grosso, o valor atual da UPF é de R$ 132,08.

Durante a fiscalização do Indea, 60% das propriedades são visitadas. Em caso de descumprimento da determinação, além de ser multado, o produtor continua obrigado a eliminar as plantas.

"É feita a notificação pro produtor fazer essa destruição.O prazo vai ser relativo ao tamanho da área que ele vai ter que destruir. Os técnicos é quem fazem um estudo e a melhor interpretação da situação para poder dar esse prazo", explicou o engenheiro do Indea.

De acordo com o Indea, mesmo sem lavoura, o proprietário tem que aplicar fungicidas. Apesar de haver o plantio do milho safrinha e o controle de folhas largas, a orientação é não descuidar.

Assinar este feed RSS

29°C

Primavera do Leste

Parcialmente Nublado

Umidade: 70%

Ventos: 0 km/h

  • 24 Mar 2016 27°C 21°C
  • 25 Mar 2016 27°C 21°C
Banner 468 x 60 px