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TRE aceita registro de candidatura de Mauro Savi à AL

Destaque TRE aceita registro de candidatura de Mauro Savi à AL

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso aceitou neste sábado (15) o registro de candidatura do deputado estadual Mauro Savi (DEM), que tenta a reeleição. A decisão seguiu o parecer Ministério Público Federal (MPF), que foi favorável ao pedido de registro.

Réu na ação penal da Operação Bereré, Savi esteve preso entre os dias 9 de maio e 22 de agosto, em decorrência da segunda fase da operação, mas foi solto no dia 22 de agosto por decisão do Pleno do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Ele não participou da concenção do partido, mas pôde pedir o registro de candidatura em razão da desistência de um candidato.

A Operação Bereré apura um esquema de fraude, desvio e lavagem de dinheiro no Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), na ordem de R$ 30 milhões. O esquema operou de 2009 a 2015, segundo o Ministério Público Estadual (MPE).

No parecer pela aprovação do registro, a procuradora Cristina Nascimento de Melo afirmou que Savi encontra-se elegível para disputar a reeleição.

“O Ministério Público Federal, por intermédio da Procuradoria Regional Eleitoral, após a devida análise do pedido de registro de candidatura em epígrafe e constatada a sua regularidade, com a presença das condições de elegibilidade e ausência de condições de inelegibilidade, manifesta-se pelo seu deferimento”, diz trecho do documento.

Réu da Bereré

Segundo as investigações da Operação Bereré, parte dos valores repassados pelas financeiras à EIG Mercados por conta do contrato com o Detran retornava como propina a políticos e empresários. O dinheiro, de acordo com o MPE, era “lavado” pela Santos Treinamento - parceira da EIG no contrato - e por servidores da Assembleia, parentes e amigos dos investigados.

De acordo com a denúncia, os fatos vieram à tona a partir da colaboração premiada de Teodoro Moreira Lopes, o “Doia” (indicado por Mauro Savi para a presidência do Detran-MT).

O deputado é apontado como um dos líderes e maiores beneficiários do esquema. O Ministério Público Estadual (MPE) afirmou que ele recebia propinas milionárias através do empresário Claudemir Pereira, então sócio da Santos Treinamento.

Savi ainda teria exigido R$ 1 milhão dos sócios da EIG, em 2014, para aceitar encerrar as negociações ilícitas.

fonte:midianews

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