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Ely Leal

Ely Leal

Confirmado. Carmem é candidata a Prefeito e Neri a vice

A reunião marcada para as 10 hs da manhã, conforme antecipou este Jornal, entre o ex Prefeito afastado por crime de improbidade e a candidata Carmen, acabou neste momento. Está confirmada a chapa Carmen Betti candidata e Neri Gaiteiro vice. Com isto está reeditada a dobradinha da convenção PDT e PSC, só que com a inversão de na cabeça da chapa.

O ex Prefeito afastado por crime de improbidade garantiu que vai para as ruas pedir votos para a vereadora e garantiu ainda ser amigo de infância de Neri Gaiteiro em quem deposita toda esperança de manter os Vianas no poder de forma indireta. Neri é vereador de 2º mandato pelo PDT. 

O ex Prefeito afastado por crime de improbidade administrativa tem tanto comando do processo que, embora filiado ao PSB, decidiu a situação em nome do PDT, que na teoria seria comandado pelo seu irmão Zeca, mas que não estava na reunião. O grupo do ex vereador Antonio Marcos (Piru), embora tenha declarado que não apoiaria mais nenhum candidato, voltou atrás e vai apoiar o projeto Carmen/Neri. 

Ely Leal - Redação

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Saída de Mateus tira PDT da disputa e Carmem está indecisa

A vinda do Prefeito afastado do cargo por crime de improbidade administrativa, Getúlio Viana (PSB), não foi o suficiente para que o sobrinho Mateus Viana (PDT) ficasse como candidato do grupo PDT-PSC para as eleições suplementares de 19 de novembro. Nesta quinta-feira, 19 de outubro, por volta das 22:00hs, a retirada de Mateus e a proposta do PDT, fez com que a vereadora Carmem Betti (PSC) também desistisse da candidatura. Mas ela ainda está indecisa.

Uma reunião, nesta manhã de sexta-feira, 20, entre ela e o cacique Getúlio, será batido o martelo definitivamente quanto a uma improvável candidatura do grupo. A tendência é que Leonardo Bortolin (PMDB) seja candidato único nas eleições suplementares.

A resistência de Mateus é anterior a convenção. Ele não queria ser candidato de maneira nenhuma e acabou aceitando num primeiro momento (convenção) por exigência do pai, (deputado Zeca Viana) e do tio (ex Prefeito afastado por crime de improbidade) Getúlio.

Este Jornal, conhecedor da situação, lançou no dia das convenções, reportagem, cujo título se transformou em realidade. A chapa PDT-PSC era “tampão”. Os fatos confirmaram a realidade. Apesar das inúmeras tentativas da presidente municipal do PDT, Cibele Amaral em tentar confundir a imprensa dizendo que Mateus permanecia candidato. Não era verdade.

A vereadora Carmem Betti, candidata a vice na chapa “tampão” e virtual candidata com a desistência de Mateus, ao ver que o PDT não iria lhe oferecer condições financeiras para tocar uma campanha para Prefeito, também pediu para sair da disputa, conforme já havia sido antecipado por este Jornal, muito antes.

Mateus saiu da disputa e viajou para a fazenda, sem assinar a carta de renúncia, e para registrar uma candidatura, qualquer pessoa do grupo PDT-PSC precisa entrar com um mandato de segurança na Justiça Eleitoral. Ou Mateus retorna para assinar a carta.

O PDT, conforme foi antecipado aqui, sem ter um nome Viana, fez o que este Jornal dizia que faria, não apoiou financeiramente nenhum outro projeto, nem apresentou alternativas. A presidente do partido, Cibele Amaral, que não tem autonomia para resolver nada sem as bênçãos do Vianas, nada mais pode fazer.

O grupo de apoio á Carmem Betti, liderado pelo ex-Vereador Pirú (Antonio Marcos) tentou convence-la a se manter na disputa, prometendo lutar e ir para as ruas, mesmo sem condições financeiras, para levar aos eleitores uma opção de voto, baseado na proposta. Carmen não confiou nos companheiros e só não desistiu oficialmente pela insistência do presidente do seu partido e marido, Sr. Oziel que deseja que ela permaneça. Na reunião com Getúlio ela vai dar a palavra final, mas o grupo de apoio do Piru, já decidiu que não vai mais apoiar ninguém nessas eleições. 

Ely Leal - Redação

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STF nega liberdade e Paulo Taques continua na cadeia

O ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou liberdade ao ex-secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, preso acusado de atrapalhar investigações relativas ao esquema de grampos ilegais operado em Mato Grosso.

A decisão foi proferida no início da noite desta quarta-feira (18), mas ainda não foi publicada na íntegra.

Segundo informações preliminares, o ministro teria entendido que o STF ainda não deveria analisar o caso, mas sim aguardar o julgamento de mérito de um HC no âmbito do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Taques foi preso no último dia 27, quando foi deflagrada a operação Esdras, da Polícia Judiciária Civil (PJC). Desde então, ele segue detido no Centro de Custódia da Capital.

As investigações apontam que o ex-chefe da Casa Civil teria participado de uma trama que tinha o objetivo de afastar o desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça, do caso.

No decreto que determinou a prisão de Paulo Taques, o desembargador Perri chegou a classificá-lo como um dos "protagonistas" do esquema.

A defesa de Taques já havia ingressado com um pedido de liberdade no STJ, que foi negado pelo ministro Ribeiro Dantas, no último dia 6.

Na decisão, o ministro manteve a prisão sob o argumento de que o ex-secretário é um dos maiores beneficiários das escutas ilegais.

“Ouvi dizer de criminoso”

Ao ingressar com HC no Supremo, a defesa de Paulo Taques acusou o desembargador Perri de ter confiado “cegamente” no depoimento baseado em “ouvir dizer”, prestado pelo tenente-coronel José Henrique Soares.

Soares chegou a integrar o grupo criminoso, mas resolveu colaborar com as investigações e dar detalhes do esquema.

Na medida, os advogados Cláudio Alencar, Pedro Pertence e Maria Lima reclamaram que o decreto de prisão sequer ouviu a opinião do Ministério Público Estadual (MPE), e teve como base unicamente o depoimento do coronel José Henrique Soares.

Nesse depoimento, o militar disse que foi coagido a auxiliar a organização criminosa para que continuasse sob sigilo o fato de ele ser dependente químico e de ter firmado sociedade em uma empresa, mesmo proibido legalmente, além da promessa de receber uma promoção na carreira, caso colaborasse.

Para os advogados, apesar de o depoimento noticiar “eventos gravíssimos”, inclusive contra membros do Ministério Público, esse fato isolado não autoriza Perri a ignorar o MPE e decretar a prisão, “com base em um único depoimento, vago e dado em fase de inquérito”.

Os advogados argumentaram também que o desembargador citou “sérios e fundados indícios” de que Paulo Taques seria o financiador da organização criminosa, mas não apresentou quais indícios seriam esses.

Operação Esdras

A Operação Esdras, deflagrada no final de setembro, desbaratou o grupo acusado de montar uma estratégia para atrapalhar as investigações relacionadas aos grampos ilegais e obter a suspeição do desembargador Orlando Perri, que até então conduzia o caso.

Além de Paulo Taques, foram presos os então secretários de Segurança Pública, Rogers Jarbas, e o de Justiça e Direitos Humanos, Airton Siqueira - já exonerados -; o ex-secretário da Casa Militar, Evandro Lesco, e o major Michel Ferronato.   

Tiveram a prisão decretada ainda a personal trainer Helem Christy Carvalho Dias Lesco, esposa de Lesco; o sargento João Ricardo Soler e o empresário José Marilson da Silva (que jpáá conseguiu soltura por colaborar com as investigações).

A operação só possível graças à denúncia do tenente-coronel José Henrique Soares, escrivão do inquérito policial militar sobre o caso dos grampos, que havia sido cooptado pelo grupo, mas se arrependeu.  Ele entregou à Polícia Civil uma farda, em cujo bolso estava acoplada uma câmera, que seria usada para filmar o desembargador Orlando Prri. A ideia era pedir a suspeição do magistrado.

 

O nome da operação é uma referência ao personagem Esdras ("Aquele que ajuda, Ajudador, Auxiliador"), da tradição judaico-cristã. Ele liderou o segundo grupo de retorno de israelitas que retornaram de Babilónia em 457 a.C. . Descendente de Arão, o primeiro Sumo Sacerdote de Israel, Esdras era escriba (copista da lei de Moisés) entendido na lei de Moisés.

fonte:midianews

PDT – O dia “D”

Sem rumo, após a renúncia do candidato Mateus Viana, o grupo político do PDT tem nesta quinta-feira, 19/10, seu “D” da campanha eleitoral.

A renúncia de Mateus, exposta a um grupo de apoiadores ainda não foi assinada por ordem do ex Prefeito afastado por crime de improbidade administrativa, Getúlio Viana. O PSC através de seu Presidente, Sr. Oziel, lançou a vice, vereadora Carmem Betti, como candidata a Prefeito. O esfacelado PDT tentou emplacar Juarez da Loreta como vice de Carmem. Era só especulação. Juarez não aceitou.

De São Paulo, onde estava, o ex Gestor, praticante do crime de improbidade, mandou parar tudo, para que ele resolva, quando voltar. Ele volta hoje, quinta-feira, 19/10.

Sua missão é mudar a decisão de Mateus Viana da ideia de renunciar. Se não conseguir, Getúlio vai tentar encontrar alguém disposto a assumir a árdua missão, especialmente ligado ao agronegócio e que seja filiado ao PDT.

Na última hipótese, se não conseguir nenhuma das duas opções acima, vai aceitar a vereadora Carmem como candidata cabeça-de-chapa e indicar alguém do PDT como vice. Ou deixar Carmem livre para lançar chapa pura.

Se esta última hipótese for aceita, toda a família Viana irá apoiar Carmem, mas sem ajuda-la na campanha (gastos) e sem colocar a cara na rua. Isto ficará por conta do grupo comandado pelo ex-vereador Piru (Antônio Marcos) que se mantém firme na proposta de oferecer uma alternativa de voto aos cidadãos primaverenses.

De qualquer forma, hoje sai a decisão. O grupo já perdeu dois dias de campanha eleitoral no rádio e na TV por conta da indefinição. E com os curtos prazos desta campanha suplementar, pode ser que já decretado a definição da eleição. 

Ely Leal - Redação

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