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O mais importante. Como fica a cidade?

Condenado pelo crime de Improbidade Administrativa e com os direitos políticos cassados pela Justiça, o Alcaide Viana tenta se agarrar ao poder de todas as formas.

A mídia cuiabana, encarregada de espalhar a vontade do gestor (mesma mídia que fazia esse trabalho para o ex gestor e que agora está a serviço do atual) afirma que ele ficará dois meses.

Esta é a vontade do Alcaide Viana por dois motivos. Primeiro acertar as contas da Prefeitura para que o próximo gestor não encontre rastros de possíveis malversações de recursos públicos. Segundo, usar a máquina pública para alavancar o nome da companheira do Alcaide, Gisele Ferreira com a intenção de lança-la candidata nas eleições suplementares que serão marcadas pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral).

Ocorre que a publicação do acordão da decisão proferida pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e que marca o afastamento do Alcaide, não deverá demorar dois meses. Deve ser muito antes, inclusive nos próximos dias.

A pergunta é:  qual o interesse da Justiça em manter no cargo um Prefeito que foi condenado por improbidade e cuja sentença de afastamento da vida pública está definida e sacramentada?

Enquanto for gestor, Viana vai praticar todos os atos de governo e todas as ações inerentes aos Poder Executivo. Isto pode ser feita para o lado positivo ou negativo da função. Ou ambos. Isto também será levado em conta pela Justiça Eleitoral.

Eventos como o Getulião Fest, que deverá ocorrer no início de setembro, já está sendo usado pela secretaria de ação social, Gisele Ferreira, nas redes sociais para colocar seu nome na vitrine política. O fato já está sendo denunciado ao Ministério Público.

Enquanto promove eventos festivos todos os meses na cidade, o atual gestor mantém a saúde pública, por exemplo, próxima do caos.

A posse do Presidente da Câmara como prefeito interino deve ser imediata. Não por vontade do Vereador Leonardo Bortolin (PMDB), nem para desgosto do atual Alcaide que enxerga nele, um adversário, mas simplesmente porque é o que determina a legislação. E medida de proteção ao erário público.

 

Novas eleições devem acontecer, dentro da razoabilidade de prazos, entre os meses de novembro e dezembro, num pleito sem qualquer ligação com o anterior. Novas convenções partidárias, novos candidatos, novas coligações, tempo de propaganda no rádio e TV e muitas outras providências que precisam ser tomadas numa campanha, pelos partidos, pelos candidatos, pela Justiça eleitoral e pelos próprios eleitores em conhecer as propostas e os projetos.

Ely Leal - Redação 

Última modificação emSexta, 11 Agosto 2017 09:42

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